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After show
Mão Morta Coliseu de Lisboa
Pesadelo em Peluche ao vivo no Coliseu de Lisboa
Foram os Mão Morta da velha guarda que se apresentaram no Coliseu na passada quinta-feira. O espírito, a imagem, e a mística figura do poeta fez prometer que os Mão Morta ainda têm lugar no rock português. O novo trabalho discográfico ainda não cativou novos ouvintes, a plateia encheu-se da geração que cresceu a ouvir as fúrias do Anibal, e este disco, parece não ter ainda esse objectivo.
«Tu disseste» arrebatou a entrega do público, e a partir daqui foi sempre em alta rotação. «Seio esquerdo de R.P.» foi soberbo e «Como um Vampiro» foi um dos momentos altos da noite, quando em pleno palco emergem duas figuras imponentes, o próprio Anibal acompanhado por Fernando Ribeiro dos Moonspell, para encorpar a obscuridade das palavras e as atrocidades sonoras do tema.
Texto e Fotos: Carla Tiga

«Oub`lá» e «E Se Depois», foram as primeiras escolhas para o alinhamento, e a nostalgia sentiu-se ainda com pouca euforia da palteia. Foi o momento da partilha ou da cumplicidade, melhor dizendo, da contemplação.

«Novelos de Paixão», primeiro single do novo trabalho discográfico, mas já acarinhado pela voz dos seguidores da filosofia dos Mão Morta.
O alinhamento rodopiou pelos variados temas e pelos bem vividos 25 anos de banda. Os Mão Morta reencontram-se no Pesadelo em Peluche e querem continuar ...

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