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7 DE OUTUBRO - INCRÍVEL ALMADENSE (ALMADA)
1ª PARTE: (TBA)
ABERTURA DE PORTAS: 20H00 - INÍCIO DO ESPECTÁCULO: 21H00

8 DE OUTUBRO - TEATRO SÁ DA BANDEIRA (PORTO)
1ª PARTE: (TBA)
ABERTURA DE PORTAS: 20H00 - INÍCIO DO ESPECTÁCULO: 21H00

Um dos projectos com maior sucesso e projecção de Steven Wilson está de volta a Portugal, três anos depois da estreia no Festival Vilar de Mouros. No regresso à Europa, os PORCUPINE TREE trazem o mais recente «Fear of a Blank Planet» e os primeiros concertos realizam-se em Portugal: dia 07 de Outubro no Incrível Almadense (Lisboa); e no dia 08 no Teatro Sá da Bandeira (Porto).

Com o intuito de gravar o segundo DVD ao vivo dos PORCUPINE TREE (o primeiro foi registado em 2006, «Arriving Somewhere»), esta digressão - que contempla, ainda, Espanha e Inglaterra - marca a recta final da apresentação do nono álbum de estúdio da formação britânica que já passou pelo Japão, EUA e Austrália.

Os bilhetes para os concertos custam 23,00-Euros (venda antecipada) e 25,00-Euros (no próprio dia), à venda nos seguintes locais: Ticketline, Fnacs, Carbono (Lisboa e Amadora), The Shoppe Bizarre (Lisboa), Piranha (Porto), Lost Underground (Porto), Break Point (Vigo) e nos locais.

BIOGRAFIA:
Considerada uma das bandas mais inovadoras e difíceis de catalogar, os PORCUPINE TREE compõe música capaz de cortar a respiração, que vai do trip-hop psicadélico ao metal progressivo, englobando um diversificado leque de géneros e sonoridades. Ingredientes indecifráveis que têm permitido a renovação e interesse dos fãs ao longo dos últimos 20 anos.
Para além do rock progressivo e da música dos anos 70, os PORCUPINE TREE são influenciados pelo krautrock e pela música electrónica. Can, Neu!, Tangerine Dream, Squarepusher, Aphex Twin e artistas como Klaus Schulze ou Conrad Schnitzler são apenas algumas das referências.

Com um papel de destaque na banda, o prodigioso vocalista e guitarrista Steven Wilson (produtor dos suecos Opeth e da norueguesa Anja Garbarek, entre outros) descreve a sua música como algo bastante simples, remetendo para a produção e para a forma como os álbuns são construídos toda a complexidade. Talvez por isso descreva os PORCUPINE TREE, simplesmente, como uma banda rock.
Mentor deste projecto em 1987, que coincidiu com a formação do grupo art-rock No-Man, Steven Wilson gravou duas maquetas, «Tarquin's Seaweed Farm» e «The Nostalgia Factory», em jeito de brincadeira, no seu estúdio caseiro. Nos elaborados booklets ficcionou uma biografia e os nomes dos músicos-fantasmas conseguindo despertar a atenção da editora Delerium. Em 1992 lançou o álbum de estreia, «On the Sunday of Life», que, até ao ano 2000, já tinha vendido 20 mil cópias.

Seguiu-se, em 1993, «Up the Downstair», que formalizou a entrada dos músicos Colin Edwin (baixo), Chris Maitland (bateria) e Richard Barbieri (teclado) para os PORCUPINE TREE, e, dois anos depois, «The Sky Moves Sideways». Presente nos tops da NME, Melody Maker e Music Week, este álbum foi o primeiro a conseguir furar o mercado norte-americano ao mesmo tempo que era bastante solicitado nos palcos europeus.
Já a trabalhar como banda, os PORCUPINE TREE lançaram, em 1996, «Signify» com uma sonoridade rock e estilo avant-garde que não passou despercebido à imprensa especializada nem ao circuito underground, cada vez mais rendido à formação britânica. Ainda hoje, este é considerado um dos mais bem conseguidos e refinados trabalhos da banda.
«Coma Divine – Live in Rome» resumiu o percurso dos PORCUPINE TREE numa altura em que a banda deixa de trabalhar com a Delerium Records. Seguiu-se «Stupid Dream», em 1998, que contou com o selo da Snapper/K-Scope, e foi apresentado ao vivo na Europa e nos EUA; e «Lightbulb Sun» (2000) que fez com que fossem convidados para tocar com os Dream Theater.
A primeira alteração na formação dos PORCUPINE TREE aconteceu no início de 2002 e com a saída de Chris Maitland, a bateria ficou a cargo de Gavin Harrison.

Tendo por base 30 temas compostos por Steven Wilson, a banda gravou «In Absentia» que registou uma sonoridade mais pesada apresentada ao vivo pela Europa e América do Norte, ao lado da banda de heavy metal Opeth. Depois de quatro digressões, e do descanso merecido, os PORCUPINE TREE começaram a gravar, em 2004, «Deadwing», que já vendeu cerca de 500 mil cópias já com o selo da Roadrunner.

Em 2007, o quarteto inglês lançou «Fear of a Blank Planet» que teremos oportunidade de ouvir ao vivo em Outubro, em Almada e no Porto. Nomeado para o Grammy de Melhor Álbum com Som Surround, e eleito o Melhor Álbum de 2007 pela revista «Reason», o nono trabalho de originais dos PORCUPINE TREE regista o regresso da banda à sonoridade experimental, complexa e provocante com solos meticulosos e distorcidos de guitarra. Um dos álbuns mais ambiciosos e coesos, em 20 anos de carreira, que conquistou a critica internacional e se tornou no mais bem sucedido da banda, comercialmente.

Porcupine Tree makes a triumphant return to experimental, non-linear style with «Fear of a Blank Planet», (…) short by Porcupine Tree standards, but by measure of quality rather than quantity, it's one of the most substantial prog albums to come out in years – All Music

Banda:
Steven Wilson (voz/guitarra)
Richard Barbieri (teclados)
Colin Edwin (baixo)
Gavin Harrison (bateria)