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Fenther – Quem são e como surgem os The Great Lesbian Show?
Fenther – Como surgiu este nome tão bem conseguido?
Fenther – Quem vos influencia?
Fenther – Definam o vosso som para quem ainda não conhece?
Fenther – Sempre tiveram esta atitude punk glamouroso?
Fenther – Na vossa opinião, sentem algum glamour na música actualmente?
Fenther – Qual é o vosso percurso discográfico?
Fenther – Novo álbum este ano. Como esta a correr a apresentação?
Fenther – Foi complicado pô-lo cá fora?
Fenther – Contentes com o resultado final de “You’re Not Human Tonight”?
Fenther – Continuam a manter o lema de liberdade absoluta? É regra da casa?
Fenther – Tem sido bem aceites por onde passam? E pelos Media?
Fenther – Tem tocado por onde? Tem havido espaços para vocês tocarem?
Fenther – Qual o vosso ambiente preferido? Onde vocês se sentem bem?
Fenther – Pelas diferentes salas por onde passam, há mudanças? Preparam concertos específicos?
Fenther – Onde podemos encontrar os The Great Lesbian Show ao vivo proximamente?
Fenther – E projectos futuros? Vamos ter novidades em breve?
Fenther – A musica portuguesa? Como a vêem actualmente?
Vitor Pinto

The Great Lesbian Show em exibição!
The Great Lesbian Show – O grupo é constituído por Ondina, Sérgio Lemos, António Manzarra, Nuno Emídio e César Zembla e surgiu porque pretendíamos / pretendemos criar música que sirva como diversão e como escape - para nós e para quem a ouvir.
The Great Lesbian Show – O nome foi inspirado no título de um artigo de uma revista erótica americana dos anos 70. O referido artigo, que se chamava “A Great Lesbian Show!”, era sobre umas senhoras que faziam um espectáculo em Las Vegas e pareceu-nos um bom nome para o grupo. A escolha até foi bem inocente: foi pela sonoridade e porque era divertido.
The Great Lesbian Show – Somos influenciados por imensas coisas – cinema, literatura, música, pessoas, etc. - e somos influenciados por coisas de que gostamos e por coisas que detestamos; neste caso, a estratégia passa um bocado pelo “e se fizéssemos exactamente ao contrário?” … é uma óptima técnica, que aconselhamos vivamente.
The Great Lesbian Show – Um carrossel que não funciona em círculo, mas em espiral.
The Great Lesbian Show – Sempre fomos punks gamourosos!
The Great Lesbian Show – Há mais glamour num consultório de dentista…
The Great Lesbian Show – Dois álbuns e duas participações em colectâneas.
The Great Lesbian Show – Muito bem, com concertos e inúmeras entrevistas (obrigado por esta!).
The Great Lesbian Show – Foi mais difícil com o primeiro; neste tivemos o grande apoio da Zounds, que o editou, e do Jorge Ferraz, que o produziu. Acreditaram em nós e isso foi óptimo.
The Great Lesbian Show – Sim! E quem ouve parece concordar, mesmo quando é necessário insistir numa segunda ou numa terceira audição…
The Great Lesbian Show – É a única regra que vale a pena seguir.
The Great Lesbian Show – Regra geral, os concertos correm sempre bem… já é raro aparecerem pessoas que não sabem ao que vão, embora, no recente concerto no Cabaret Maxime, tenham surgido uns turistas à espera de ver outra coisa… em termos de Media as coisas estão a funcionar bem, temos tido apoio das rádios locais, saíram várias críticas positivas ao disco na imprensa e também na net…
The Great Lesbian Show – Tem havido alguns, sim, embora nem todos com as mesmas condições. Os últimos concertos foram em Lisboa e em Leiria.
The Great Lesbian Show – Nos consultórios de dentistas, onde há imenso glamour…
The Great Lesbian Show – Preparamos concertos específicos pontualmente, quando isso se justifica. Por exemplo, ao tocarmos integrados no Motel X – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, decidimos fazer um concerto que representasse mais o nosso lado cinematográfico…
The Great Lesbian Show – Estamos a preparar alguns concertos para o Norte do país, onde tocámos ainda pouco…
The Great Lesbian Show – Isso é surpresa…
The Great Lesbian Show – Há tanta coisa que se torna impossível seguir tudo, mas, como sucede noutros países, há coisas boas, há coisas interessantes e há coisas más…
Fenther – Foi complicado superar as “malhas” do vosso primeiro disco e aparecer agora com outros tantos grandes momentos?
Fenther – Este é um disco mais forte, concordam?
Fenther – Como foi trabalhar com tantos bateristas?
Fenther – Foi tudo experiências ou passou por alguma necessidade?
Fenther – E ao vivo como funcionam? Qual é o baterista de serviço?
Fenther – Como tem corrido as críticas e as reacções a este trabalho?
Fenther – As críticas menos boas dá-vos mais força?
Fenther – A vossa sonoridade tem sido bem aceite? Um rock poderoso…
Fenther – Peniche não é um grande centro… é dificel expor a vossa musica ai?
Fenther – A edição ficou por vossa conta? Porquê?
Fenther – Por onde passa o futuro dos Dapunksportif?
Fenther – Tem tocado por onde? Algum momento para mais tarde recordar?
Fenther – Vão tocar por onde em breve?
Fenther – Os vossos concertos são deliciosamente intensos e envolventes! Sentem-se a Vanessa Fernandes do Rock?
Vitor Pinto

Encontro escaldante entre os Dapunksportif e o Fenther!
Dapunksportif – Nós temos um “baú” cheio de malhas e ritmos que vamos gravando ao longo do tempo. É uma questão de escolher quais os riffs e trabalhá-los de forma a chegar ao formato canção.
Dapunksportif – Sim, de certa forma pode dizer-se que é mais maturo, a estrada deu-nos inspiração e motivou-nos a escrever canções Rock que reflectissem o nosso espírito sincero e honesto sem recorrer a grandes maquilhagens.
Dapunksportif – Já não é a primeira vez e não será a última. Sempre achámos que seria muito bom poder incluir outras pessoas no seio das nossas músicas. É enriquecedor tanto em termos musicais como pessoais.
Dapunksportif – Como já dissemos anteriormente não foi a primeira vez que tal aconteceu. Já estamos “batidos” em trabalhar em estúdio com vários músicos e de futuro pensamos em convidar outros instrumentistas.
Dapunksportif – Somos um banda totalmente Rock: bateria, baixo e duas guitarras. De momento, é o Zé Carlos que está nas baquetas, é o nosso Dave Grohl!!!
Dapunksportif – Tem sido boas. A crítica especializada tem dado boas notas e o feedback do público tem sido crescente. Estamos no bom caminho.
Dapunksportif – Tens de estar preparado e consciente que a diversidade de opiniões é um valor a respeitar. As críticas de um modo geral têm sido boas. Não vamos “abaixo” com críticas menos boas.
Dapunksportif – Sim, a aceitação tem sido muito boa. Apesar de não termos um “hype mediático” o público tem-nos vindo a descobrir aos poucos. “Depressa e bem não há quem”.
Dapunksportif – Sim não é um grande centro mas fica geograficamente no Centro de Portugal o que nos permite aceder tanto ao Norte como ao Sul e Interior, as distâncias são praticamente as mesmas. Por aqui não existem muitos locais virados para a música original. É uma pena, porque pensamos existir um “público adormecido” que precisa de ser acordado e educado a procurar aquilo que por cá se vai fazendo em termos musicais.
Dapunksportif – Sim em parceria com a nossa agência de espectáculos, Lisboagência. Foi um passo natural tendo em conta o mercado.
Dapunksportif – De momento, vamos continuar a tocar por Portugal mas queremos alargar fronteiras. Tem de se ir com calma ao encontro das pessoas certas. O custo de vida aumentou e não podemos ir “à maluca”. É um caminho longo…
Dapunksportif – Um pouco por todo o Portugal Continental incluindo os Açores. Fomos por seis vezes a Espanha. No total já demos cerca de 110 concertos em três anos. Sabe sempre a pouco. Queremos mais!
Já tivemos situações para todos os gostos. Quando tocámos na primeira parte dos Xutos no Coliseu dos Recreios em Novembro 2005, foi um momento de grande responsabilidade e adrenalina. Era o nosso sexto concerto!
Dapunksportif – Na segunda quinzena de Julho vamos ao Festival na Serra da Estrela dia 18, dia 25 no Cais de Vila Nova de Gaia e no dia a seguir estamos em S.Martinho do Porto no Festival Rock no Atlântico II. Em Agosto vamos estar dia 16 em Peniche e dia 22 em Guimarães, no Festival Barco Fest.
Dapunksportif – De certo modo temos de ter muita resistência psíquica e pulmão, para levar avante esta “embarcação”.
Fenther – Como nasceu este projecto?
Fenther – A ideia inicial, sempre foi ter convidados em todos os temas?
Fenther – Foi complicado editar este disco, pelas vossas próprias mãos?
Fenther – Falta de interesse por parte das editoras ou opção livre?
Fenther – Tens já conhecimento das criticas feitas a este disco? E estás de acordo?
Fenther – A pré edição foi feita on line no vosso site www.fuga.pt . Foi bem aceite? Resultou? Tiveram muitas visitas?
Fenther – Como surgiu esta ideia? Será para repetir?
Fenther – Como funcionam vocês ao vivo? Tem alguns dos convidados?
Fenther – Vão tocar por onde futuramente?
Fenther – Depois de tudo isto, vamos ter a aventura 02?
Fenther – Tens mais convidados em carteira?
Fenther – Como vês a musica nacional actualmente?
Fenther – Escolhe um tema deste 01…
Vitor Pinto

Projecto Fuga em conversas com o Fenther!
Projecto Fuga – Foi através de composições soltas que tinha composto ao piano. Depois foram surgindo convites a músicos de várias vertentes sonoras e mais tarde convites a cantores / cantautores para dar voz aos temas que na génese do projecto eram instrumentais. Pelo meio surgiram as palavras da Maria Pedro, a nossa letrista que muito engrandeceu os temas do Projecto. Todas as pessoas que passaram pelo colectivo foram altamente importantes para despoletar, aos poucos, a identidade sonora desta viagem a que chamei Fuga. Uma das entradas principais para o Projecto foi o Milton Batera, apresentado pela Maria Pedro. Através deste elemento foi surgindo convites a outros músicos que agora integram o núcleo base. Também compôs o tema Sem Pressas e é co-autor noutros temas do disco.
Projecto Fuga – O resultado final não foi esse, visto que a Ana Deus está em 3 temas, mas os temas foram sugerindo vozes para protagonizá-los e os convites foram sendo aceites o que ajudou na multiplicidade de estéticas e de interacção entre músicos. De início a ideia inicial não foi esta, mas naturalmente, o leque de convidados ia sendo maior o que motivou também escolha de mais vozes para estarem presentes neste trabalho.
Projecto Fuga – Teria sido mais complicado se não tivéssemos ganho o Prémio para a edição de disco SPA / ANTENA3. Esse prémio permitiu-nos editar, o que teria levado muito mais tempo se tivesse sido processado nos trâmites habituais.
Projecto Fuga – Tivemos reunidos mais que uma vez com editoras, mas achámos que numa primeira fase, seria melhor termos rédea sobre todo o nosso trabalho. Não foi uma questão de liberdade mas sim de continuarmos a filosofia de trabalho que foi sendo feito ao longo dos anos.
Projecto Fuga – Sim, temos tido conhecimento de algumas críticas que têm saido nos orgãos de comunicação social e penso que uma crítica é algo muito pessoal, mas em 95% das críticas tenho concordado e tem sido muito abonatório para o trabalho que agora estamos a promover. Houve muita compreensão na linha e no objectivo que tentámos transmitir a quem ouve o nosso disco.
Projecto Fuga – Achamos que foi positivo. Não temos ideia de quantas visitas mas a internet foi e sempre será para nós uma das ferramentas mais utilizadas, já que nos próprios convites aos colaboradores do colectivo foi, em alguns casos, através do perfil pessoal de MYSPACE ou por email e por isso achamos que a internet foi fulcral para mostrar a nossa música e receber um feedback pessoal de vários pontos do mundo, inclusivé o Brasil que é um território em que temos muita curiosidade em sentir a reacção à nossa música.
Projecto Fuga – Não é uma ideia nova, nem revolucionária. Foi uma consequência natural da forma como temos trabalhado até aqui. Iremos repetir com certeza.
Projecto Fuga – Ao vivo temos uma banda base. Um núcleo duro constituído pelo MILTON BATERA na bateria, o RICARDO MOURA no baixo, o VASCO TEODORO na guitarra, a ROZETT na voz e eu nos teclados. Achamos que ao vivo é o melhor habitat para estes temas que compõe “01” ganharem uma vida mais significativa. Em alguns concertos iremos ter convidados.
Projecto Fuga – Temos agora agendadas 10 datas depois da festa de lançamento que aconteceu no passado dia 7 deste mês no Auditório da Sociedade Portuguesa de Autores. Estas são datas são showcases nas FNAC’S. Começamos no dia 18 de Julho em Coimbra e terminamos a 10 de Agosto na FNAC do Algarve Shopping. No dia 24 de Julho temos um concerto completo na sala ONDA JAZZ em Lisboa.
Projecto Fuga – Com certeza! Caso contrário o 0 não faria sentido…
Projecto Fuga – “O segredo é a alma do negócio”… É esperar para ver/ouvir…
Projecto Fuga – Está com muita qualidade, de boa saúde e começa a haver mais espaço e alternativas para mostrar os sons que vão sendo criados no nosso país. A rede de teatros está cada vez com mais qualidade e nota-se uma maior assertividade a nível da gestão cultural dos Auditórios/Centros de Artes. O terreno está fértil, há que regá-lo para brotar algo forte.
Projecto Fuga – MARACATURAMA.
Fenther – Um regresso algo demorado... Voltaram só quando perceberam que tudo estava perfeito?
Fenther – Uma das vantagem de se fazerem as coisas pelas próprias mãos, é precisamente não haver pressões nem datas. Foi por isso que partiram para uma producão caseira?
Fenther – Contentes com o resultado?
Fenther – Apostaram muito na imagem? O digipack e a originalidade do disco, tem como objectivo marcar a diferença?
Fenther – Este vosso segundo disco traz um tema bónus, que só pode ser escutado num leitor de vinil. Como surgiu a ideia?
Fenther – Como tem sido as reacções?
Fenther – Qual é o tema?
Fenther – Alguma brincadeira aos Vicious Five e X-Wife ou trata-se de um tributo?
Fenther – Vocês ainda gostam de vinil?
Fenther – Porque não editar os vossos dois discos em vinil?
Fenther – "Emotional Cocktail” porquê?
Fenther – Este é um disco diferente do primeiro?
Fenther – Consideram-no mais dançavel ou assumidamente mais 'emo'?
Fenther – Tem concertos de apresentação deste álbum marcados para breve?
Fenther – Houve uma experiência por vossa parte no Texas no festival SXSW (south by south west)... Quando foi?
Fenther – E valeu a pena?
Fenther – Esperam lá regressar novamente?
Fenther – E em que outros locais gostariam de tocar?
Fenther – Mensagem final….
Vitor Pinto

You Should Go Ahead em discurso directo. Novo álbum na rua!
YSGA – Passaram apenas dois anos do lançamento do 1º álbum… apesar de nos parecer uma eternidade. Inicialmente pensámos em editar no final de 2007, mas era humanamente impossível! Produzimos o disco com alguma calma, tentámos ser perfeccionistas! Não se trata de procurar o cenário perfeito mas de conjugar todo o trabalho que envolve um novo disco.
YSGA – Apesar de termos sido os produtores, a produção não foi caseira. Investimos bastante e pela 1ª vez sentimos que estávamos a fazer um trabalho “profissional”. Sentimos que melhor do que ninguém sabíamos o que queríamos. Essa vantagem rapidamente se transforma numa grande desvantagem porque não temos ninguém a impor-nos nada a não ser nós próprios. Isso implica uma disciplina que por vezes é difícil de encontrar...
Foi só aplicar a experiência passada e tudo correu na perfeição.
YSGA – Muito! Mas somos auto-críticos o suficiente para apontar o dedo a alguns detalhes que poderiam melhorar.
YSGA – Apostámos em ter uma imagem coerente com a música. Foi um processo mais abrangente que envolveu som, imagem, comunicação e tudo o que envolve o lançamento de um disco para o mercado. Um disco vale pela música que contém mas também pelo objecto em si, e pensamos que isso foi conseguido, tentámos criar um objecto de colecção! Algo de único, pelo menos para os próximos tempos!
YSGA – A ideia surgiu em conversa com a editora (EDEL). O mercado está em revolução e é preciso valorizar a parte física do disco de modo a despertar o interesse das pessoas. Uma faixa em vinil no CD pareceu-nos uma ideia original e adequada. Adorámos! É um híbrido...
YSGA – Tal como esperávamos, toda a gente ficou entusiasmadíssima!
YSGA – Vicious Wife
YSGA – Começou tudo com uma ideia para a criação de uma t-shirt… um misto de brincadeira com tributo! Mais tarde, precisava de um nome para um tema que falava de uma mulher “com vícios” que “explorava “ o marido! Pareceu-nos indicado o nome, deixou de ter ligação mas ficou com o nome.
YSGA – Gostamos claro! É um objecto que nos marcou a infância! Ouvir um vinil é um ritual, não é como ouvir um CD.
YSGA – Porque não há... disponibilidade (se é que nos entendem)! Mas está aí uma boa ideia para o pack de Natal 2008 dos You Should Go Ahead! Uma forte possibilidade…
YSGA – Porque este disco é composto por temas bastante diferentes entre si mas que fazem sentido juntos. São “ingredientes” com conta peso e medida, tal como num cocktail. Não se trata de uma mistura aleatória mas de uma conjugação harmoniosa.
YSGA – Em determinados momento sim, noutros é apenas um desenvolvimento do 1º. É um disco variado, com linguagem variada mas dentro de um contexto! O primeiro tinha alguns momentos, que apesar de interessantes, não faziam parte do contexto…
A composição, apesar de não termos alterado a metodologia, é fruto de um maior conhecimento entre nós, de maior diálogo entre instrumentos. Tentámos dar um passo em frente, experimentar coisas diferentes, ser mais arrojados.
YSGA – Respondendo em inglês: both! Achamos que esse é um dos pontos forte do disco! Tal como a nossa vida é cíclica, o disco também o é.
YSGA – Temos, o ideal é estarem constantemente atentos à nossa página do MySpace http://www.myspace.com/ysga Estão sempre a aparecer novas datas… Destacamos o dia 21 de Junho no Santiago Alquimista, onde vamos fazer o concerto oficial de lançamento do disco.
YSGA – Em Março de 2007
YSGA – Claro que sim! Aprendemos muitas coisas novas. Serviu para perceber que há uma longa estrada a percorrer, mas também serviu para nos valorizarmos…
Muitas pessoas nos questionam acerca de resultados directos da nossa ida ao SXSW. Não há! Mas aprendemos muita coisa e conhecemos pessoas interessantes, lógicas diferentes... é uma perspectiva diferente.
YSGA – Claro que sim! Já em 2009.
YSGA – Em alguns Festivais de Verão Europeus e talvez voltar a NYC! Mas...em todo o lado em que nos queiram ouvir!
YSGA – Oiçam o disco, vale muito a pena! Depois sigam em frente… pelo menos deviam!
Fenther – Os Linda Martini tentam marcar a diferença? É um ideal primário da banda?
Fenther – Como nasceu esta ideia excelente de editar um vinil e embrulha-lo num saco?
Fenther – Sentem que estão cada vez mais no topo da música nacional? Sentem alguma pressão ou desafio?
Fenther – Este EP poderia ser um álbum. Porque não o assumiram como tal?
Fenther – Seis excelentes temas... Qual o vosso tema eleito?
Fenther – Porque Marsupial?
Fenther – Vão apresentar este trabalho ao vivo por onde?
Fenther – Mais novidades vão acontecer em breve?
Fenther – Sempre com o espírito inovador e com temas perfeitos?
Fenther – Mensagem final...
Vitor Pinto

Conversa com os Linda Martini a proposito do seu novo registo!
Linda Martini – Só no sentido em que a banda foi feita para experimentarmos coisas diferentes das que fazíamos nos projectos anteriores. Claro que tentamos também não repetir o disco anterior a cada edição. Estagnar é morrer e esse não é de todo o nosso plano.
Linda Martini – Estávamos quase a entrar em estúdio e decidir pormenores no que ao artwork dizia respeito quando o Pedro entra numa dessas tertúlias com um saco na mão e fez-se luz. Decidimos meter o disco num saco e fazer deste a sua capa. Depois a rastilho sugeriu incluir-se um cd-r com os mp3 do ep e o objecto final foi tomando forma.
Linda Martini – Sentimos que estamos um pouco mais longe do fundo. O caminho para o topo ainda é longo. Temos a noção de onde estamos e vamos deixando as coisas acontecerem a seu tempo. Quanto a pressão, só aquela que impomos a nós próprios. Encaramos cada disco como um novo desafio e como já referimos acima, queremos sempre fazer algo diferente de edição para edição.
Linda Martini – Não tem tempo suficiente para ser chamado de álbum. Para isso teria que ter 30 minutos. Mas ainda que tivesse, não o faríamos.
Linda Martini – Dentro da banda há 5 pessoas, pelo que é difícil chegar a um consenso. Gostamos de todos ou não estariam no disco.
Linda Martini – Marsupial, pela analogia com o saco. Como a edição vem dentro de um saco, achámos que o nome era apropriado.
Linda Martini – Já fizemos algumas datas e neste momento, confirmadas estão:
3 Maio - galeria do desassossego em Beja
11 Maio - enterro da gata em Braga
24 Maio - soundtrack na fábrica de Braço de Prata em Lisboa
28 Junho - rockspot na Bajouca, em Leiria
Linda Martini – Sim, vão estando atentos ao nosso myspace. Há mais concertos a serem confirmados, bem como a gravação do video de "a corda do elefante sem corda".
Linda Martini – Essa pergunta foi feita com o intuito de nos deixar corados e como tal não respondemos.
Linda Martini – Obrigado pela oportunidade e apareçam num dos próximos concertos.
Abraços a todos!
Fenther – After all this years, what’s the feeling of you guys? How are you now?
Fenther – «Alles Wieder Offen» is another adventure of E.N. alone, right? Why do you walk with your own foots and not with a major?
Fenther – Was it your choice or solution?
Fenther – It’s hard to do records without any supports? Does this record gets paid right before the edition, how does this work?
Fenther – Tell us 3 words, how describe this record?
Fenther – Do you feel this record is your best album ever? Why?
Fenther – Have you planed a tour to show this work all over the World?
Fenther – And Portugal? It’s in the plans of E.N future tour.?
Fenther – E.N already played in Portugal. Do you like and know Portugal?
Fenther – After this new record, will we have more news about the band? Do you have any plans to the future of the greatest German band?
Danke!
Porto - Casa da Musica dia 3 de Maio
Uma curta conversa com Alex Hacke dos Einstürzende Neubauten...
Alex Hacke – Very good, thank you.
Alex Hacke – We wont be able to find a company that can give to us:
The advance we need
The tour-support we require
The promotional effort necessary
Alex Hacke – We set up a website, where we ask the fans to directly support the production of a new record.
Alex Hacke – It is hard but worth it. About 2000 people paid for the CD or a CD/DVD-combination in advance and we used these funds to produce the new album.
Alex Hacke – Intimate, honest, dynamic.
Alex Hacke – Yes, because it represents the current state of the band.
Alex Hacke – Yes, we will tour extensively in spring 08.
Alex Hacke – Yes, I’m sure we will manage to play at least in Lisbon.
Alex Hacke – Yes, I like Portugal but I don’t speak portuguese.
Alex Hacke – After the tour, EN will rest for a while.
Vitor Pinto
Lisboa - Aula Magna dia 4 de Maio