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Edições ao telescópio...
Erro!

Histórias que se contam, ilustradas por ilustres sons electrónicos, que quase infantis,
constroem o ritmo,a vontade, a coragem de assumir-se como um grande projecto. Erro! de seu nome.
Acabado de ser editado pela bracarense Cobra, João Palma, criador deste formato de musica, sempre no contexto
de contador de histórias vocais que nos fazem sonhar. "O Chap éu Amarelo" deixa o primeiro sinal de boa disposição,
transportando para o mais s ério "Vai", o single de apresentação.
Electrónica bem elaborada. O formato canção na perfeição e o diálogo horário de "Uma Senhora" numa vocalização
bem ao estilo de Adolfo Luxuria Canibal, o mesmo que o "pescou" do anonimato perdido algures no mundo da web.
O album de estreia tem o sugetivo nome de "Isto é o quê, Mãe?". Retrata bem o sentimento do projecto solitário
de João Palma de 37 anos, que últimamente decidiu "brincar" na internet, conseguindo assim, colher boas criticas
ao seu projecto nas revistas espanholas da especialidade. A Future Music e a Computer Music.
Agora, sobre
o selo da Cobra e da preciosa ajuda de Miguel Pedro na produção, este Erro! vai fazer estragos por se tratar
de um modulo tão simples, mas ao mesmo tempo, tão viciante como é o caso de "16:42", o "Fado" em estado de graça,
das "Santas" evocadas em desespero feliz, a com édia dançante de "Apatetada" e o saltitante
"Na Minha Floresta Mágica" que fecha o Erro!, que de nada tem de errado. Pelo contrário. É a boa disposição a
transpirar electricos momentos de boa vontade.
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